[Test Drive] CRF 1000 L Africa Twin

Abril, Primavera, temperaturas amenas, mais horas de sol, picos nevados, agua cristalina e uma CRF1000 para experimentar.
À medida que os traços continuos vão ficando para tras, no horizonte cresce uma enorme montanha cuberta por um manto de neve. O som do paralel twin de pouco menos de 1000cc ajuda a animar a festa e as curvas rapidas são o desafio suficeinte para por à prova a estabilidade da Africa twin.

Prova superada!
A CRF, apesar da sua jante 21″, mostra-se equilibrada e estavel a alta velocidade, permitindo traçar trajectorias sem dificuldade, sem reações estranhas ou movimentos que recomendem baixar a velocidade.
Mas o mais divertido seriam as estradas de montanha, estreitas, sinuosas, com asfalto irregular, para perceber se mantinha o mesmo aprumo da sua ciclistica quando as condições não fossem tão favoraveis.
À medida que subia pela estrada de Talamantes, iamos podendo apreciar as famosas Peñas de Herrera, assim como percebia que a Africa Twin é divertida de conduzir, intuitiva e cheia de energia.
Tão facil que me atrevi a subir à muralha medieval de Talamantes com ela.

A foto era inevitavel!

Quando a estrada nos aproxima do monato branco de Gala que nos mostra com orgulho o Rei Moncayo, a Africa Twin revela-se uma mota tranquila, sem vibrações, rola a velocidades baixas sem exitação, manbra-se facilmente e permite que comecemos a sintir-nos integrados no ambiente.

Infelizmente o restaurante estava fechado, mas aproveitamos o parque de estacionamento do mesmo para fotografar o belissimo exemplar que me foi confiado.

Bem acabada, tudo no seu sitio, esta equipada com um assento que tem altura variavel tem uma pelicula aderente, muito util no todo terreno, mas que limita os movimentos corporais no asfalto.

Era hora de tomar rumo a casa, ou melhor, ao Stand da Honda (Mobicsa), mas não antes sem excitar as bruxas de Trasmoz!

Bem!
Viemos de lá corridos à vassourada e o embalo foi tão grande que a Africa Twin mostrou mais uma vez que não lhe falta folego para grandes tiradas de km.
Quando cheguei à Mobicsa apercebi-me que tinha “abusado” na dose, em parte por culpa do relogio que a Africa Twin tem no seu painel de instrumentos, que ainda vivia na hora de inverno, dando-me inconscientemente a oportunidade de curtir a companhia da CRF por uma hora a mais do acordado.

Mais um animal a juntar à lista de motas que devem ter um lugar na minha garagem se a sorte me bater à porta.

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